Consiste em uma mulher carregar e ter o parto de uma criança de outra pessoa ou casal. A maternidade de substituição pode ser tradicional ou gestacional. A maternidade de substituição tradicional consiste em a mulher carregar no seu útero um embrião resultante de uma inseminação artificial; neste caso esta mulher tem uma ligação genética com o feto que carrega. A maternidade de substituição gestacional (ou uterina) consiste em a mulher carregar no seu útero um embrião resultante de fertilização in vitro; neste caso esta mulher não tem nenhuma ligação genética com o feto que carrega. De notar que em Portugal, a maternidade de substituição não está legalizada.